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ÁGUAS DE NITERÓI

Erguido numa área tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), o Parque das aguas tem como objetivo permitir a visitação de estudantes, turistas e moradores da cidade interessados em conhecer e desfrutar mais um ambiente de lazer. O espaço abriga o maior reservatório da cidade, responsável pelo abastecimento de água do Centro e de parte da Zona Sul. Com capacidade para 9 milhões de litros, o reservatório será aberto a  visitação. Além disso, estarão disponíveis ao público centros de exposições e de balneabilidade, local para atividades físicas e entretenimento ao ar livre, como aparelhos de ginástica e brinquedos para crianças.
Além de informações sobre o trabalho da Concessionária Águas de Niterói, o visitante terá conhecimento da importãncia da econômia de água para as gerações futuras.


CASA DA CIÊNCIA

Inaugurada em 1995, a Casa da Ciência "Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da UFRJ" vem se constituindo como um centro de popularização da ciência que explora as diversas áreas do conhecimento  através de linguagens variadas teatro, exposições, música, oficinas, cursos, palestras, seminários e audiovisual.


CASA DE CHOCOLATE

É uma visita a uma pequena fabrica de chocolate, onde lá os aluno conhecerão os diversos moldes utilizados na fabricação de chocolates, de diversas formas e tamanhos tudo manuseado com total higiene, terão uma pequena prova do chocolate, toda a vista é acompanhada de monitores e que farão uma recreação com os alunos.


CONFEITARIA COLOMBO

Retrato vivo da Belle Époque carioca e marco da valorização da gastronomia na cidade, a Confeitaria Colombo guarda, ainda hoje, muito do seu estilo Art Nouveau do início do século. Seus famosos espelhos belgas, suas molduras e vitrines em jacarandá, as bancadas de mármore italiano, os lustres, o piso e o belo mobiliário permanecem intactos, do mesmo jeito como foram admirados por renomadas personalidades que ajudaram não só a escrever a história do nosso país, como a fazer da Colombo uma das grandes atrações do Rio de Janeiro.


FAZENDINHA ESTAÇÃO NATUREZA

Uma excelente aula de como conviver com a natureza para alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental.
Numa área plana de 15.000 m2 está localizada a FAZENDINHA. Um cenário lúdico e ao mesmo tempo rural onde as crianças têm a oportunidade de interagir com animais e com a natureza.
Através da explicação de monitores treinados, e das vivências, a criançada aprende brincando. Tocando, alimentando os animais, elas experimentam situações que sequer podiam imaginar vivendo num ambiente urbano.
Ordenha de vaca, passeio a cavalo, visita à horta, contato direto com vários animais da fazenda e outros conforme programação.


FEIRA DE SÃO CRISTOVÃO

Um pedaço do Nordeste no Rio de Janeiro. Assim pode ser definido o Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, onde funciona a tradicional Feira de São Cristóvão. São cerca de 700 barracas fixas que oferecem as várias modalidades da cultura nordestina: culinária típica, artesanato, trios e bandas de forró, danças, cantores e poetas populares, repente e literatura de cordel. Visitar a Feira de São Cristóvão é um programa que atrai cerca de 450 mil visitantes por mês, entre turistas e cariocas.
O preço da entrada é mínimo e o local oferece boa infra-estrutura, com pistas de dança, palcos para shows, 35 restaurantes de culinária nordestina, lojas de venda de artesanato, banheiros públicos e estacionamento.


FLORESTA DA TIJUCA

Localizada no coração da cidade, a poucos minutos da maior parte dos bairros do Rio,uma deslumbrante floresta urbana, que foi parcialmente replantada e se desenvolveu ao longo dos anos por processos naturais de sucessão ecológica,numa área com cerca de 3.200 hectares, tem a grande vantagem de mesclar centenas de espécies da fauna e da flora só encontradas na Mata Atlãntica. A Floresta da Tijuca possui recantos e atrativos históricos que merecem ser visitados, como: a Cascatinha, a Capela Mayrink, o Mirante Excelsior, o Barracão, a Gruta Paulo e Virgínia, o Lago das Fadas, a Vista Chinesa e o Açude da Solidão, pontos frequentados por famílias inteiras nos fins de semana.


FUNDAÇÃO OSVALDO CRUZ

Localizado na Fundação Oswaldo Cruz, o Museu da Vida foi criado com o objetivo de garantir a  população o acesso a  informação sobre Saúde, Ciência e Tecnologia, possibilitando a compreensão dos processos e progressos científicos e seu impacto na vida cotidiana. É dividido em quatro espaços, sendo que apenas dois são visitados, de acordo com o dia e a agenda do Museu. São eles:

  1. Espaço da Biodescoberta
  2. Parque da Ciência
  3. Espaço Passado e Presente
  4. Ciência em Cena.

JARDIM BOTANICO

O Jardim Botãnico tem sua história junto com a chegada da família imperial portuguesa ao Brasil. Nos arredores da fábrica de pólvora criada por D. João VI é construído um Jardim de Aclimação, por ordem do mesmo, para introdução e aclimatação de plantas exóticas de grande valor e interesse na Europa. Posteriormente o local passa a ser chamado de Real Horto, Real Jardim Botãnico e, finalmente, Jardim Botãnico do Rio de Janeiro.
Conhecido como Museu Vivo, reúne mais de 8.000 espécies de plantas. Destacam-se entre elas, as palmeiras imperiais, o pau Brasil, o araçá amarelo, o pau mulato, os canteiros medicinais e os jardins japoneses, visitaram a antiga Fábrica de Pólvora e a Casa dos Pilões, o Orquidário com 600 espécies e o jardim para deficientes visuais (tato e Ofato).


MUSEU AEROESPACIAL

O Museu Aeroespacial foi construído para guardar a memória da aviação brasileira e mundial. Localizado no Campo dos Afonsos, onde há um aeroporto militar do exército em atividade, reúne diversos tipos de aeronaves, desde algumas antigas, como uma réplica do 14 Bis e aviões monomotores, até jatos da década de 60 e 70, além de helicópteros, aviões de carga, projéteis de canhões, algumas armas e brasões.
Na entrada do Museu há um busto de Santos Dumont, como uma homenagem ao pai da aviação.


MUSEU DA REPÚBLICA

A história do Palácio do Catete se confunde com a história política do Brasil. Desde os tempos do Imperador D. Pedro II até a transferência da capital federal para Brasília, em 1960, quando se torna o Museu da República.
Entre 1897 e 1960, quando a nova Capital Federal foi inaugurada, o Palácio foi palco de alguns dos principais acontecimentos da República e residência de vários presidentes. O Palácio do Catete assistiu à Era Vargas em todos os seus capítulos, desde 1930 até o suicídio do presidente, em seu quarto particular, a 24 de agosto de 1954


MUSEU DE ASTRONOMIA

O Museu de Astronomia e Ciências Afins foi uma das primeiras instituições criadas no país voltadas para as áreas de história da ciência, preservação da memória científica e tecnológica e popularização da ciência. O MAST tem sido, desde sua criação, um pólo de realização de encontros e congressos que reune especialistas em todas as suas áreas de atuação. Em 1986, foi o responsável pela realização do primeiro Seminário Nacional de História da Ciência e Tecnologia. Em 1991, sediou, a reunião que criou a Rede de Popularização da Ciência e Tecnologia na América Latina e Caribe (RedPOP), organizando sua reunião bianual, em 1999. Em 1996, iniciou a realizaçao de séries temáticas anuais de palestras, denominadas MAST Colloquia.


MUSEU DE TELECOMUNICAÇÃO

O museu nasce com intenção de contar a história da comunicação humana através de um conceito inovador chamado hipertexto: além dos objetos museocológicos tradicionais, haverá telas de plasma, LCD e computadores Mac mini que permitirão ao visitante passear por vasto repertório de informações num mesmo espaço. O museu conta também com objetos como exemplar do preimeiro PC vendido, listas telefônicas digitalizadas, modelos de telefones públicos, aparelhos de telex e fax, fichas de telefone já usadas no país, além de uma cabine telefônica de 1930 em que o visitante entra e faz uma viagem no tempo com filmes da época.


MUSEU DO FOLCLORE

Possui cerca de 1.400 objetos e está instalado em dois casarões do final do século 19, próximos ao Palácio do Catete. Foi criado em 1968, mas seu acervo já vinha sendo constituído desde a década de 50. É tombado pelo IPHAN.


MUSEU DO íNDIO

Criado em 1953, pelo antropólogo Darcy Ribeiro, é a única instituição oficial no país exclusivamente dedicada as culturas indígenas. Em 1978, o Museu do Índio foi transferido para o espaço atual, em Botafogo: um prédio tombado do século 19, construído por João Rodrigues Teixeira, empresário da indústria alimentícia do Rio de Janeiro, para sua residência. O Museu do Índio organiza mostras temporárias de peças e fotos. Possui um rico acervo relativo a maioria das sociedades indígenas contemporãneas, constituído de 14 mil peças etnográficas; 16 mil publicações nacionais e estrangeiras especializadas em Etnologia e áreas afins na Biblioteca Marechal Rondon, uma das mais completas e especializadas da América do Sul em temática indígena. São 50 mil imagens em diversos tipos de suporte, com três mil fotografias já digitalizadas e armazenadas em CD-Roms; 500 mil documentos textuais de valor histórico sobre os diversos grupos indígenas e sobre a política indigenista brasileira do final do século 19 até nossos dias e cerca de 200 filmes, vídeos e gravações sonoras.


MUSEU DO PRIMEIRO REINADO

Tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico Artístico Nacional - Iphan, em 1938, o Solar da Marquesa de Santos constitui o principal acervo do museu, guardando, em seus belos salões decorados, lembranças do período colonial.


MUSEU HISTÓRICO NACIONAL

O conjunto arquitetônico que abriga o Museu Histórico Nacional ocupa uma área de 18 mil metros quadrados, cuja história acompanha e reflete a trajetória da cidade do Rio de Janeiro.
Por sua localização estratégica para a defesa da Baía de Guanabara e da própria cidade, a região onde se situa o Museu manteve sua vocação militar até o início do século XIX. Das edificações da Fortaleza de Santiago e da prisão do Calabouço só restam as fundações, mas permanecem até hoje a Casa do Trem (para guardar o trem - parte bélica), o Arsenal de Guerra e o Quartel.
O Museu Histórico Nacional reúne um acervo de cerca de 257 mil itens, entre peças históricas e artísticas, documentos manuscritos e iconográficos, mobiliário, porcelanas, pratarias, arte sacra, peças em ouro, marfim, além de publicações e obras raras.


PAÇO IMPERIAL

Construído em 1743, foi usado primeiramente como Casa dos Vice-Reis do Brasil. Com a chegada da corte de D. João VI ao Rio de Janeiro, e a elevação da colônia a condição de Reino Unido a Portugal e Algarves, o Paço se transformou em sede dos governos do Reinado e do Império.


PETRÓPOLIS

Antigamente diziam  que os nobres tinham sangue azul a correr pelas veias, o que lhes diferenciaria dos meros plebeus.

Mas e as cidades, existiriam cidades nobres?
Pois se elas existissem, esta seria uma delas:

Petrópolis, a cidade de Pedro, Imperador do Brasil. A única cidade brasileira com pedigree real muito justamente é conhecida até hoje como a Cidade Imperial. Mas engana-se quem pensa que ela ainda vive cultivando este longínquo passado. Petrópolis é hoje um dos locais mais aprazíveis do estado, além de importante pólo turístico e gastronômico. Montanhas, vegetação, programas agradáveis com um clima gostoso fazem de Petrópolis o refúgio ideal para cariocas estressados e turistas de todo o Brasil.


PLANETÁRIO DA GÁVEA

A Fundação Planetário, vinculada a Secretaria das Culturas da Prefeitura do Rio, está situada no bairro da Gávea. Com o objetivo de difundir a Astronomia, as ciências afins e desenvolver projetos culturais, o Planetário do Rio - como também é conhecida a Fundação - promove diversas atividades, como sessões de cúpula, experimentos interativos, observações ao telescópio, cursos, palestras e exposições.


PROJETO MEIO AMBIENTE
O QUE É EDUCAÇÃO AMBIENTAL?

A Educação Ambiental é um processo participativo, onde o educando assume o papel de elemento central do processo de ensino/aprendizagem pretendido, participando ativamente no diagnóstico dos problemas ambientais e busca de soluções, sendo preparado como agente transformador, através do desenvolvimento de habilidades e formação de atitudes, através de uma conduta ética, condizentes ao exercício da cidadania.

VALORES DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A Educação Ambiental deve buscar valores que conduzam a uma convivência harmoniosa com o ambiente e as demais espécies que habitam o planeta, auxiliando o aluno a analisar criticamente o princípio antropocêntrico, que tem levado a destruição inconsequente dos recursos naturais e de várias espécies. É preciso considerar que:
A natureza não é fonte inesgotável de recursos, suas reservas são finitas e devem ser utilizadas de maneira racional, evitando o desperdício e considerando a reciclagem como processo vital;
As demais espécies que existem no planeta merecem nosso respeito. Além disso, a manutenção da biodiversidade é fundamental para a nossa sobrevivência;
É necessário planejar o uso e ocupação do solo nas áreas urbanas e rurais, considerando que é necessário ter condições dignas de moradia, trabalho, transporte e lazer, áreas destinadas a  produção de alimentos e proteção dos recursos naturais.


RECICLANDO PARA VIVER MELHOR

A reciclagem é o processo de reaproveitamento de materiais descartados de forma a reduzir a quantidade de lixo produzido. Esse processo é realizado a partir de materiais que demoram a se decompor e a se reintegrar no meio ambiente. Dentre os materiais que demoram a realizar tal procedimento podem ser citados os derivados da borracha, materiais orgãnicos, derivados de metal, papel, plástico e vidro.


RIO GUANDU

Inaugurada em 1955, a Estação de Tratamento de Água do Guandu produz hoje cerca de 40 mil litros por segundo, aproximadamente o triplo da capacidade inicial. Isso significa 3 bilhões e 400 milhões de litros saindo diariamente da ETAG para abastecer os Municípios do Rio de Janeiro, Baixada Fluminense e Itaguaí, atendendo a um padrão de qualidade internacional, controlado através de uma série de análises fisico-químicas e bacteriológicas, utiliza as águas do rio Guandu, que é formado pela junção das águas do rio Ribeirão das Lajes e dos rios Piraí e Paraíba do Sul, após elas serem utilizadas pela Light para a geração de energia elétrica.


SÍTIO BURLEMAX

Reúne em 350 mil metros quadrados, milhares de espécies vegetais, desde a exótica palmeira-laca da Malásia até o belíssimo pau-ferro, formando várias matrizes de verde, alternando com o colorido das flores, ainda visitaram a capela beneditina de 1610, a Casa de Burle Max e a Casa Atelier, toda visita é monitorada por pessoal formado na área de Botãnica.


VIAGEM PELO CORPO HUMANO

É uma aventura fantástica que vai levar seus alunos a um passeio corpo humano em tamanho 3D. Os alunos ini ciaram a visita pelas pernas e começam o circuito conhecendo os músculos, os ossos, os órgãos e suas funções até chegar a cabeça, tudo isso bem distribuído em um amplo salão. Enquanto desfrutam de um visual incrível, os alunos estarão ouvindo explicações em linguagem fácil e didática sobre cada parte visitada.


ZOOTECNIA

Os alunos terão informações sobre animais e vegetais, visitaram um ranário e o minhocário, veram os bichos como: coelhos, codorna, porcos, galinhas, pavão entre outros. Um funcionário falará um pouco sobre plantação, colheita, ordenha e os animais, ao final da visita receberam uma muda de planta.



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Data
01 / 09 / 2014
horas
10 : 36
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